Olá amigos depressivos da universalidade advocatícia, sou o novo colunista (não remunerado) do NED e toda quinta feira eu vou contar minhas frustrações, meus sofrimentos e minhas dores relacionadas à minha nem um pouco querida profissão.
Alguns já me conhecem, outros não, meu nome é Astolfo Dido, sou advogado há mais ou menos 5 anos.
Estudei em uma universidade muito ruim, e foi lá que eu comecei entender o tal do leque de opções, pois na minha sala não tinha ventilador e nem ar condicionado, e a galera se abanava como podia.
Apesar do meu esforço, dos meus finais de semana assistindo TV Justiça, as minhas notas sempre foram medianas, nunca as melhores, mas as vezes eram as piores.
Tirei 7,0 no meu Trabalho de Conclusão de Curso e reprovei a OAB por onze vezes, fiz cinco anos de faculdade e cinco de cursinho para conseguir a minha carteirinha cor de rosa.
Quando pensei que o sofrimento tinha acabado, chegou o carnê da OAB pra pagar, via de regra passo os dias no escritório e as noites no bares. Não, eu não bebo todos os dias, mas como a grana é sempre curta, eu também trabalho de garçom.
Essa semana era mais uma apresentação breve, mas quinta que vem eu começo a contar minhas nada felizes histórias.
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