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quarta-feira, abril 20, 2016

P#rra Doutor - O advogado é burro ou forjaram sua assinatura

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Sabe quando você se depara com algo tão surreal que surge aquela dúvida sobre a veracidade do que presenciou?

Então!

Esse foi o sentimento de um juiz de direito que se deparou com uma petição que continha inúmeros erros ortográficos, dentre eles: denigrindo, descomprida, perdel, simestre, veis, dentre outros.


Diante de uma petição que é uma verdadeira bosta o juiz ficou na dúvida e proferiu o seguinte despacho:

Inacreditável!!!!

Estamos acompanhando o caso e vamos avisar aqui o que o advogado respondeu!

quinta-feira, abril 07, 2016

NOVIDADE: PROVA DA OAB INDICARÁ QUAL A PEÇA PROCESSUAL A SER FEITA

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Brasília - Em reunião realizada na sede do Conselho Federal da OAB nesta quinta-feira (7) entre o presidente nacional da Ordem, Claudio Lamachia, o secretário-geral e coordenador nacional do Exame de Ordem, Felipe Sarmento, o diretor de mercado da FGV Projetos, Sidnei Gonzalez, e o coordenador acadêmico do Exame de Ordem pela FGV, Ricardo Couto, as duas entidades, que estão em permanente discussão para o aprimoramento da prova, decidiram que, a partir do XX Exame de Ordem Unificado (previsto para junho de 2016), o enunciado da prova prática já indicará qual a peça processual que deverá ser elaborada pelo examinando.
O objetivo, assim, é otimizar o tempo para resposta e evitar quaisquer polêmicas na fase de correção quanto à peça apropriada. Tal medida visa à melhor avaliação do conhecimento aprendido e da capacidade necessária ao exercício da advocacia. 
Lamachia registrou que "a OAB tem o compromisso de empreender permanente aprimoramento do Exame de Ordem, em prol do credenciamento de profissionais capacitados para o pleno exercício do mister advocatício". Gonzalez declarou que "a FGV entende que medidas como esta visam promover uma mais justa e real avaliação do conhecimento e capacidade do examinando que presta o Exame de Ordem”. “Elogiamos a OAB pela proposta, que prontamente acatamos", disse.
Sarmento disse que "a Coordenação Nacional do Exame de Ordem tem acompanhado de perto a elaboração e a aplicação das provas e está empenhada na evolução e aprimoramento do Exame, mediante inovações e melhorias em prol dos examinandos, visando o aprimoramento da avaliação dos futuros advogados”. Também participou da reunião o secretário-geral adjunto e corregedor nacional da OAB, Ibaneis Rocha.
Fonte: OAB

quinta-feira, março 24, 2016

Percy Stentt, o postulante à OAB - Nelson, o guia espiritual

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Fala galera maratonista que corre atrás da carteirinha, faltam duas semanas, isso mesmo, DUAS, D-U-A-S semanas para a tão esperada prova, e eu já sei exatamente o que vai cair na prova, as minhas lagrimas de desespero!

E não é por falta de estudar não, pois todos que me acompanham aqui sabem que por mais que eu me distraia eu sempre estou estudando, inclusive eu baixei um aplicativo para o celular, que tem simulados, resolução de questões, então sempre que tenho um tempo vago eu estou ali respondendo umas questões e tals...



Eu tenho um lado espiritual muito forte, então sempre estou fazendo promessas, orações, acendendo vela, jogando moedas de ouro para Iemanjá, na verdade eu penso que todos devem se apegar a algo em que acredite, alguma coisa que te tranquilize, pode ser uma oração, acender um incenso, conversar com um bode, aquilo que te acalme e ajude.

Inclusive, no ultimo exame, estou eu lá, em desespero como sempre, indo ao banheiro e encontro uma amiga que fazia o exame no mesmo lugar que eu, nos cumprimentamos de longe, eu continuei andando ao lado do fiscal, quando no final do corredor eu vi um homem todo de branco, iluminado refletindo a luz que entrava pela janela, de camisa, calça e sapatos branco, eu que não enxergo muito bem e havia deixado o óculos na sala fiquei olhando aquele homem e comentei com o fiscal “Nossa, aquele homem parece um guia espiritual né?”.

Nisso o fiscal vira e me pergunta, MAS QUE HOMEM?

Pronto, ali eu tive a certeza que era louco, estava tão atormentado com a prova, que já estava até “enxergando guia espiritual”.

Continuei andando e parei do lado do “guia” e disse gritei, MOÇO, TÁ VENDO ESSE CARA AQUI DO MEU LADO? VOCÊ ESTA VENDO ELE AQUI?

Ele olhou para mim, com cara de assustado e disse que sim, estava vendo o Sr. Nelson, o porteiro da Faculdade onde acontecia o exame, eu olhei para o lado e lá estava o Sr. Nelson, parado perto de uma janela, com um crachá enorme no peito...

Confesso que tirando o mico foi um enorme alivio, até chegar na sala contei a história para o fiscal que ficou morrendo de rir, entrei na sala e do lugar onde eu estava sentado podia observar o fiscal que me olhava com ar de preocupado imaginando, “esse ai estudou tanto que já esta em um grau de loucura avançado”.


Pegamos e gabarito e adivinhem!!!! Não passamos, mas só perdemos uma batalha, vamos ganhar a guerra em breve, afinal, uma hora dá certo!


terça-feira, março 22, 2016

COMO TÁ A ADVOCACIA? TÁ TRANQUILO, TÁ FAVORÁVEL

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Amigos depressivos da universalidade advocatícia, “oh nóis aqui traveiz”!

Te falar, viu... não aguento mais escutar sobre o novo CPC. E os coxinhas perguntando sua opinião sobre isso ou aquilo que mudou? Os debates partidários nas redes sociais das reencarnações de Platão e Rousseau. Sério? Ai véi...
Então, queridos, eis que essa semana resolveu tudo ir pelos ares (novidade, Astolfo ¬¬).
Plena segundona de Meu Deus e o site do TJ pifa!
Mas beleza, tenho coisas atrasadas pra fazer na trabalhista... bora lá, lindão, peticionar. 

Mas, não, o PJe também resolveu pifar.
Partiu INSS, por que não pode parar. Bora lá... não pode parar!! (com essa animação toda eu deveria ter feito educação física). Peguei umas par de pastinha de cliente e parti. 

Cheguei lá, aquele calorão, aquele suador, a camisa grudada nas costas, a moça da recepção me fala que eu tenho que pegar uma senha pra cada cliente. UMA SENHA PRA CADA CLIENTE MEU C*!


“Minha filha, a senhora está muito enganada!” E aí vocês já imaginam: é “o doutor contenha-se” pra lá “tenho minhas prerrogativas” pra cá, aquele barraco...
Eis que volto pro escritório, chega de auê na rua, daí o ciente tá lá risonho e serelepe sentado no sofá querendo saber da ação dele que ele ganhou e eu ainda não paguei pra ele e pêpêpê.
Como eu explico pra ele? Sentença favorável nóis tem, mais é cada penhora infrutífera...
Ganhou, mas não levou, parça! Senta aqui e vamos chorar junto porque o meus honorários eram a êxito também... tamo tudo fu. Aquele forte abraço. 
Isso não foi a semana, foi só a segundinha. Mas tá tranquilo, tá favorável, e assim eu vou tentando. Um dia eu ainda me dou bem, eu acho.


 

quinta-feira, março 17, 2016

PERCY STENTT, O POSTULANTE À OAB - QUANDO BATE O DESESPERO

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Fala galera maratonista que corre atrás da carteirinha! Sabe quando bate aquele desanimo?

Então, chega uma hora que você realmente cansa de tudo, se matar de estudar, de deixar de fazer várias coisas legais, deixa de se relacionar com as pessoas, se isola do mundo.

Quer desanimo maior do que você que passar 35 horas por dia estudando, para apenas conseguir passar no exame da OAB, e depois que passa, continua estudando para conseguir passar em um concurso “técnico” mesmo, porem precisa comprovar tempo de carreira jurídica, ai você vê no jornal que o filho de um ministro virou desembargador pelo quinto constitucional, precisa de 10 anos de carreira, mas ele só possui 5 de formado, sem comprovar que trabalhou nesse tempo, porem, virou desembargador.

Já tá bom de estudar né? Onde pula para a parte que somos ricos e não precisa mais trabalhar? Pode pular para essa parte já.



Ouvi dizer que ninguém fica doido de tanto estudar, será mesmo?

Acho que eu passei desse nível já, do tipo que guarda garrafa de café na geladeira, tenta mudar o canal da TV com o controle do ar-condicionado, tenta fazer ligações com o controle remoto da TV, e ainda fica bravo porque não atendem, sai pra trabalhar de chinelo!!!

Chega uma hora que realmente ficamos exaustos, não adianta se matar de estudar, você precisa ter algo para relaxar, você pode parar um ou dois dias para um descanso, ir para a fazenda, respirar um ar puro, namorar, ir ao parque, pode até reservar um final de semana com os amigos, ir para a balada e perder a dignidade, MAS SEMPRE LEMBRANDO, que na segunda você precisa voltar a estudar e recuperar o tempo que perdeu, afinal, enquanto você parou, milhares de outras pessoas continuaram estudando.

Como diz minha amiga Taciana, não se cobre tanto, sua mente precisa descansar, volte e procure as pessoas, os verdadeiros amigos nunca te abandonam!

Então lembre-se, VOCÊ É POBRE, POR ISSO ESTUDE!


Mas assim, fé no pai que o forninho não cai, Uma hora dá certo!



terça-feira, março 15, 2016

ASTOLFO DIDO, O ADOVGADO DA DEPRESSÃO - O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL É O ZICA DO BAILE

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Amigos da universalidade advocatícia, "oh nóis aqui traveiz". Essa foi aquela semana que depois que passa você senta no sofá e fala rapaaaaaaz. Meu celular deu pau e eu ziquei. 

Sim, ziquei. Peguei aquele tal de zika vírus, que, aliás, é bem parecido com a advocacia né. 
Você pensa que tá bem e tá mal, aí vai ver e tá pior ainda.

E o universo ignorando os meus problemas, não quis colaborar, e nenhum prazo meu foi suspenso, com zika ou sem zika tive que ir para audiência trabalhista.



Chegando lá a pauta atrasada, meu cliente era aqueles do tipo nem nem nem paga, nem ajuda, a juíza era carrasca, minha contestação tava uó, não tinha testemunha e nem verbas rescisórias pagas, enfim, o que poderia ser ruim e zikado,  transformou-se no completo caos.

Eis que quando começa aquela poha, a amada juíza começa com sermão ao meu cliente insolvente e cara de pau, e olha pra mim e começa a perguntar qual a minha posição sobre a função social do empregador.

Claro que não sabia o que responder, eu tava psicologicamente zikado, e com vontade de sair correndo, mas respondi qualquer frase vaga lá, e de repente a Douta xereta me perguntou se eu já tinha lido o novo código de processo civil.

Com uma vergonha ímpar, respondi que tinha apenas iniciado sem me aprofundar.

Eu deveria ter soltado um "pela ordem, Excelência! Respeite a minha prerrogativa de procrastinar. Prazo é prazo! Se entra em vigor dia 18, pq eu preciso ler desde já? 

Quase não tenho tido tempo, o tempo que tenho busco conhecimento jurídico assistindo How to Get Away With Murder, Suits, Better Call Saul. Isso demanda um tempo absurdo, por isso eu não li ainda o NCPC, oras! 

Sei que hoje é dia 15 e eu continuo sem ler o novo código de processo civil, se alguém tiver resumão, manda ai! 


segunda-feira, março 14, 2016

ADVOGADOS DECIDEM ENTRAR NA JUSTIÇA CONTRA NOMEAÇÃO DE FILHA DE FUX

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Depois de ficar um ano e meio repousando em uma gaveta na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro, a nomeação de Marianna Fux - filha do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal - para o cargo de desembargadora saiu rápida. Em uma semana, ela foi selecionada de uma lista de seis nomes e passou em sabatina de menos de dois minutos (ouça o áudio abaixo). Aos 35 anos, ganhou na quinta, dia 10, a vaga no Tribunal de Justiça do Rio. A candidatura de Marianna foi cercada de polêmica: ela não comprovou experiência e não cumpriu requisitos básicos. "Foi um total desrespeito às regras. Nomearam alguém que não atende às exigências de qualificação para o cargo", afirma o advogado Álvaro Quintão, membro do conselho da OAB-RJ que lidera um grupo empenhado em acionar medidas judiciais para impugnar a nomeação.
Pelo regimento da OAB, que faz a peneira, quem almeja o posto de desembargador tem que apresentar comprovação de experiência profissional na forma de cinco petições com sua assinatura por ano, nos últimos dez anos. Em vez disso, Marianna primeiro apresentou uma carta do advogado Sérgio Bermudes, seu chefe no único emprego que exerceu desde que se formou e amigo de longa data do ministro Fux, atestando que atuava em seu escritório havia uma década. O conselho que examina as candidaturas insistiu nas cinco petições por ano e Marianna apresentou o que tinha. Problema: não cumpria o exigido em pelo menos cinco anos. De novo, Bermudes entrou em campo alegando que ela esteve muito ocupada o ajudando a organizar um livro de comentários sobre o Código de Processo Civil. A Veja. Com, Bermudes disse: "Eu atualizei 6 404 notas. Era preciso que alguém as pusesse em ordem. Foi o que ela fez". O escritório não guarda registro deste serviço prestado. Diante da documentação falha, trinta conselheiros pediram a impugnação da candidatura e o caso ficou adormecido, sem desfecho.
No começo deste ano, o processo de Marianna saiu da gaveta. Houve eleição na OAB, o advogado Felipe Santa Cruz foi reconduzido à presidência e aproveitou para dar uma renovada no conselho. Na reformulação, mais da metade dos que se opunham a Marianna foram afastados. No último dia 25, o novo conselho enfim colocou em pauta o antigo pedido de impugnação, mas seu mérito não foi debatido: o relator, Eduardo Kalashe, apontou atraso na entrega e anulou-se o requerimento.
"Sei que o processo de escolha de advogados para o TJ-RJ tem que ser aprimorado. Mas o conselho agiu de maneira soberana" , afirma Santa Cruz, que nega qualquer movimento em prol de Marianna desde janeiro. "Propomos eleições diretas (em 2014). Foi feita uma consulta ao Conselho Federal que decidiu em 30 de novembro passado que não era possível alterar as regras pois elas já estavam publicadas", completa.
Dois magistrados confirmaram a VEJA. Com terem recebido ligações do ministro Fux desde janeiro intercedendo pela filha. A candidatura renasceu, foi votada e aprovada, o governador Luiz Fernando Pezão assinou a nomeação e ela toma posse na segunda, dia 14.
Fonte: Veja

quinta-feira, março 10, 2016

PERCY STENTT, O POSTULANTE À OAB - A PROVA ESTÁ CHEGANDO

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Fala galera maratonista que corre atrás da carteirinha! Isso mesmo, falta menos de 1 mês para o exame e adivinhem como estou me sentindo?

D E S E S P E R A D O, isso mesmo, quem achou que eu estaria calmo enganou-se totalmente!

Nessa reta final, eu entro em pânico sempre, fico fazendo vários simulados, para testar meu conhecimento, e essa semana por pouco que eu não vou parar no necrotério, peguei um simulado para fazer, de uma das provas que disseram ser fácil, até ai tudo OK, fui respondendo tranquilamente, me achando o Ponte de Miranda, o Diferentão, o Nerd, O Inteligentão, eu tinha absoluta certeza que estava respondendo tudo certo, inclusive por alguns instante eu até pensei que iria acertar umas 70 questões, terminei e fui dormir, deixei para corrigir no outro dia.

No outro dia a noite fui corrigir o maldito abençoado simulado, certo, a cada questão era uma lagrima diferente, quando chegou ao final, tive um total de 08 acertos, só digo uma coisa, se eu não morri ali naquele momento, não é qualquer coisa que vai me matar!

Eu entrei em pânico, falta menos de um mês para a prova, e eu fiz um simulado considerado um dos mais fáceis e acertei 08 questões, COMO ASSIM? Podia me matar também, já que não faço nada direito, passei dois dias em depressão profunda, sem comer, se vontade de viver.

Resolvi sentar na sala e assistir um filme para relaxar a mente, quando olhei na mesinha da sala eu vi um gabarito impresso ali jogado, quando fui olhar era justamente o gabarito do simulado que eu fiz, MAS VEM CÁ, O QUE ISSO TÁ FAZENDO AQUI – me perguntei, lembrando que eu corrigi e deixei tudo no meu quarto.

Mais uma vez meu coração disparou, peguei aquela folha e fui para o quarto, quando fui olhar, eu tinha corrigido o simulado com uma gabarito de outra prova, que não tinha nada a ver com aquela, me deu um alivio tão, mas tão grande que acho que até emagreci uns quilos ali naquele momento.

Certo, fui corrigir com o gabarito correto, 57, isso mesmo, CINQUENTA E SETE acertos, como não sou obrigado a nada, comecei a gritar e rir de emoção, devo ter acordado o condomínio inteiro, aproveitei que era sexta, liguei para alguns amigos e fui comemorar um pouco, descansar a mente.

Vamos esperar pela prova agora, tá vendo, eu sempre digo uma hora dá certo!
  


Quando bate o desanimo...

Fala galera maratonista que corre atrás da carteirinha! Sabe quando bate aquele desanimo?

Então, chega uma hora que você realmente cansa de tudo, se matar de estudar, de deixar de fazer várias coisas legais, deixa de se relacionar com as pessoas, se isola do mundo.

Quer desanimo maior do que você que passar 35 horas por dia estudando, para apenas conseguir passar no exame da OAB, e depois que passa, continua estudando para conseguir passar em um concurso “técnico” mesmo, porem precisa comprovar tempo de carreira jurídica, ai você vê no jornal que o filho de um ministro virou desembargador pelo quinto constitucional, precisa de 10 anos de carreira, mas ele só possui 5 de formado, sem comprovar que trabalhou nesse tempo, porem, virou desembargador.

Já tá bom de estudar né? Onde pula para a parte que somos ricos e não precisa mais trabalhar? Pode pular para essa parte já.

Ouvi dizer que ninguém fica doido de tanto estudar, será mesmo?

Acho que eu passei desse nível já, do tipo que guarda garrafa de café na geladeira, tenta mudar o canal da TV com o controle do ar-condicionado, tenta fazer ligações com o controle remoto da TV, e ainda fica bravo porque não atendem, sai pra trabalhar de chinelo!!!

Chega uma hora que realmente ficamos exaustos, não adianta se matar de estudar, você precisa ter algo para relaxar, você pode parar um ou dois dias para um descanso, ir para a fazenda, respirar um ar puro, namorar, ir ao parque, pode até reservar um final de semana com os amigos, ir para a balada e perder a dignidade, MAS SEMPRE LEMBRANDO, que na segunda você precisa voltar a estudar e recuperar o tempo que perdeu, afinal, enquanto você parou, milhares de outras pessoas continuaram estudando.

Como diz minha amiga Taciana, não se cobre tanto, sua mente precisa descansar, volte e procure as pessoas, os verdadeiros amigos nunca te abandonam!

Então lembre-se, VOCÊ É POBRE, POR ISSO ESTUDE!

Mas assim, fé no pai que o forninho não cai, Uma hora dá certo!



quarta-feira, março 09, 2016

AOS 95 ANOS, IDOSA VENCE DEPRESSÃO E CONCLUI PÓS EM DIREITO

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Nem a depressão que enfrentou depois que ficou viúva e a idade impediram a estudante Lindaura Cavalcanti de realizar seu sonho. Isso mesmo, estudante. Aos 95 anos, a determinada idosa concluiu curso de pós-graduação em direito processual na Sociedade Pernambucana de Cultura e Ensino. Ela aprendeu a ler e a escrever muito cedo, aos 4 anos de idade. Fez o curso de farmácia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mas queria mesmo era ser advogada.
A adorável senhora é a prova de que nada se torna um obstáculo quando se há força de vontade. “Meu pai era farmacêutico e meu irmão mais velho fez direito. Eu fiquei pensando desde criança em fazer direito. Hoje me sinto satisfeita, me sinto feliz”, expressa Lindaura, ao dizer que próximo passo é passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 
Símbolo de perseverança, Lindaura é a queridinha da turma. Nem o problema de audição a impediu de dar um jeitinho de estudar mais. A professora Alexa Soares relembra que a idosa sempre procurava os docentes em busca de material para estudar. “Ela mesmo buscava junto aos professores e os professores se disponibilizavam para ajudá-la de toda forma, porque não é todo dia que temos um aluno interessado”, conta.
Com a ajuda da cuidadora Rosilda Nascimento, a idosa é moradora do bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife, e ia para aula na Avenida João de Barros, na Boa Vista, área central da capital, de ônibus. Não muito craque nos equipamentos eletrônicos, Lindaura fazia os trabalhos à mão mesmo.
“Para nossa turma, ela é sinônimo de perseverança. É um exemplo a ser seguido. É um exemplo desse que o país precisa”, acredita o colega de turma, Renato Miranda. Completando o aluno, José Melquiades, também estudante, diz que a senhora traz uma reflexão para os jovens. “Esses jovens acomodados que acham que o estudo é a coisa mais difícil do mundo”, conclui.
Lindaura é matriarca de uma família de seis filhos, onze netos e seis bisnetos. A filha, Verônica Arruda, diz que ela é motivo de orgulho. “É uma glória porque mês passado ela teve um acidente e toda família achou que seria muito difícil a recuperação dela. É um milagre”, comemora.

VENDENDO CHURROS POR 1 REAL, MULHER PAGA A FACULDADE DE DIREITO

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Basta passar cinco minutos ao lado da vendedora de churros Maria Odete Silva na plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília, para ver que os doces dela são os mais procurados. A mulher, de 46 anos, afirma que o amor e o carinho que acrescenta à receita tradicional – que leva farinha de trigo, sal, margarina, açúcar e baunilha – são o segredo do sucesso: é com esse dinheiro que ela paga a faculdade de direito, banca a escola dos dois filhos adolescentes e mantém a casa da família. O produto é vendido a R$ 1, nos sabores goiaba, chocolate, doce de leite e misto.
O primeiro contato com os churros aconteceu há sete anos. Maria Odete morava com o marido e os filhos em São Paulo, mas decidiu se mudar para a capital federal em busca de tratamento médico para o caçula, que tinha problemas para respirar e precisava viver em um lugar com menos poluição. A mulher viu na mudança uma oportunidade de romper com a rotina de empregada doméstica e deixar para trás todas as limitações da vida “sem nada além de arroz e feijão” que a família levava.
Ela passou então a viver com a família na casa do irmão mais novo, em Vicente Pires – a 20 quilômetros do local onde trabalha. O único quarto, que a obriga a dividir a cama com a filha mais velha enquanto o marido e o filho dormem no chão, virou sinônimo de conquista e estímulo. Maria Odete passou a vender calçados na loja do irmão na rodoviária. Uma colega deu então a ideia de aprender a fazer os doces, que ela abraçou sem ressalvas.
A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)
“Ela [a colega] me levou, me ensinou a fazer a massa. Foi assim”, lembra sorrindo. “Desde então eu acordo às 5h40 para preparar as coisas e trabalho de domingo a domingo, de 8h às 20h. Sou cheia de calos e queimaduras, aqui não tem espaço para mão lisinha. E sou muito feliz. Aos poucos, dentro do que alcanço com meus passos, tenho conseguido alcançar tudo.”
No contato com os clientes, Maria Odete imaginou como seria se tivesse curso superior. Depois de conciliar o trabalho com as aulas do Ensino para Jovens e Adultos (EJA), ela entrou para uma faculdade particular de direito na Asa Sul aos 41 anos. As atividades aconteciam pela manhã. A mulher já apresentou o TCC, sobre as dificuldades do governo em lidar com invasões de áreas de proteção permanente, e atualmente refaz quatro matérias.
“Eu escolhi esse curso pela minha idade, já estava em uma idade avançada, e o campo de direito é amplo. Para trabalho, quero passar em concurso público. Penso em ser promotora de Justiça. Quero fiscalizar leis. Quero ser uma fiscal das leis. Quero ajudar um pouco as outras pessoas”, explica.
A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)
O início não foi fácil. Maria Odete chegava a ir para a faculdade só para assinar chamada e então ir para a rodoviária para começar a vender os churros, para não deixar de ganhar dinheiro. Por vezes, funcionários da loja de calçados do irmão precisaram socorrê-la enquanto ela corria para fazer provas. Os estudos e exercícios eram feitos em um banco atrás do carrinho. Os livros eram todos da biblioteca. A mulher passou a contar com a ajuda do marido na venda dos 10 kg de churros que fabrica por dia.
“Tive medo de não conseguir. Entre o sétimo e o oitavo semestre, eu quase desisti. Eu achava que não dava conta, porque as matérias estavam cada vez mais difíceis e eu pensava 'eu não vou dar conta, não vou dar conta'. Teve um semestre que fiquei todinho sem pagar, que tive dificuldade financeira”, lembra. “Minha professora me viu falando isso, entrou e disse: ‘se você chegou até aqui, você consegue muito mais’. Ela dizia que seria uma honra entregar minha carteirinha da OAB e que ainda iríamos advogar juntas. Isso me incentivou ainda mais.”
Maria Odete conta que sempre teve o apoio dos colegas, que emprestavam anotações e a lembravam das datas de prova e trabalhos. O filho caçula, que sonha em seguir a mesma carreira, e a filha mais velha, que pretende fazer medicina, também estimulavam a mulher nos momentos de dificuldade. Ela diz que a única pessoa que a questionou sobre a necessidade do estudo foi o marido, durante uma discussão.
“Ele falou em um momento estressado, disse que não sabia o porquê desse curso que faço, não sabia o porquê, desculpa pela expressão, essa ‘merda’ de faculdade. Mas nunca fui por ele, sempre quis crer que eu era capaz. Não sei se ele achava que eu não tinha capacidade ou que era fogo de palha. Mas eu sei para quê eu faço. Eu sei, quero provar não só para ele mas para mim mesma que sou capaz”, disse a vendedora de churros.
A mulher afirma que outra razão para insistir no curso foi a crença de que estudar liberta. “Você aprende muito, você cresce muito, você aprende a ver as coisas de outro jeito, abre sua mente. Sempre pensei isso, mas não tinha oportunidade. Pelo cansaço, sabe. Aí um dia pus na minha mente e pensei: ‘não, vou estudar agora’. Se eu não arranjasse esse agora logo, ele nunca viria. Fiz o EJA e pensei que era a minha hora de vencer.”
Maria Odete conta que já está se preparando para a prova da OAB, que acontece no dia 3 de abril. Entre os sonhos dela junto à carreira de direito estão conseguir levar os filhos à Disney, viajar pelo Brasil e trocar o carro da família.
“Eu também queria ter uma casa. Eu pensava, quando trabalhava nas casas de família, via aquelas salas bonitas, pensava ‘um dia vou ter uma sala dessas, uma casa desse jeito’. A casa do meus sonhos é com uma sala bonita, confortável, que eu me sinta bem. Nunca tive privacidade. Meus filhos também querem ter o canto deles. Eu queria uma casa com um quarto para cada, em Vicente Pires mesmo. E uma casa com piscina, já imaginou? Aí é sonho demais, é bom nem pensar, porque o tombo é alto”, brinca.
Trajetória difícil
Maria Odete passou os quatro primeiros anos com a avó em Araçuaí, no interior de Minas Gerais. A mãe era doméstica em São Paulo e mandava dinheiro todo mês para os gastos com ela e os dois irmãos. Depois, as crianças foram morar com a mulher, na casa de uma tia.

Quando Maria Odete tinha 7 anos, a mãe decidiu voltar para MG com os dois meninos. A despedida foi também a última vez que ela viu a mulher, que morreu quatro anos depois ao cair e ser atropelada por um caminhão de boias-frias. Aos 12, ela abandonou a escola e passou a trabalhar como doméstica.
A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)
“A vida foi boa não, mas o mundo nos criou. Agradeço a Deus que, tínhamos tudo para ir para o lado errado, mas Deus nos orientou e nos criou certinho”, diz.
Aos 17 anos, Maria Odete decidiu fazer o supletivo até a 8ª série. Dois anos depois ela se casou e se mudou para o interior, onde passou a trabalhar na colheita de algodão e amendoim. O relacionamento acabou três anos e meio depois, por causa de ciúmes, e a mulher voltou para São Paulo para voltar a ser empregada.
Anos depois ela conheceu o atual marido e teve os filhos – Maiara, com atualmente 17 anos, e Júnior, com 15. Uma enchente destruiu tudo o que eles tinham em casa, e a então patroa os ajudou emprestando um apartamento e dinheiro para a reforma.
“Ela pagava as contas, não precisei me preocupar com nada. Ela foi uma mãezona, a mãe que eu não tive. Ela pegou minha roupa toda cheia de lama, lavou tudo para mim, me ajudou a lavar a enchente. Eu trabalhava para pagar. Ela ia descontando o valor”, lembra.
Já de volta à casa da família, Maria Odete se viu incomodada. “Um dia eu acordei de manhã, meu filho queria pão. Eu não tinha dinheiro para comprar pão. Minha tia [com quem morou na infância] me deu R$ 10. Eu pensei bem e decidi comprar bala, pirulito e chiclete. Peguei um caixote, de uma tampa de guarda-roupa que eu perdi na enchente, forrei e comecei a vender meus docinhos. Fazia isso à tarde, na porta de casa, depois de chegar do trabalho.”
A mulher viu que a ideia funcionava e passou também a vender espetinhos. O dinheiro continuava no limite da necessidade. A vendedora de churros conta que um dia conseguiu juntar uma quantia para comprar pastel, mas acabou desistindo ao ser abordada por uma criança com fome.
“Ele era mais carinho e bem gostoso. Eu estava toda animada, peguei o dinheirinho pensando ‘hoje vou levar meu pastelzinho, uma delícia’. Mas aí um menino me abordou porque queria comida, uma bolacha recheada. Aí dei o dinheiro para ele. Fui com ele comprar uma bolacha para ele no mercado. Fiquei sem meu dinheiro, mas achei melhor dar para ele do que para mim. Pensei: ‘depois eu como’. Mas não comi até hoje”, ri.
A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)A vendedora de churros Maria Odete Silva, que pagou a faculdade de direito e escola dos filhos comercializando doces a R$ 1 em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)
Maria Odete diz não se lembrar de passar fome, mas afirma que a tia costuma contar algo diferente. “Ela fala que, quando eu era pequenininha, não tinha comida para me dar. Aí ela fazia uma chupetas com açúcar ou rapadura e farinha e punha na minha boca, para eu parar de chorar.”
A vendedora de churros, que já precisou esperar dois meses para juntar dinheiro suficiente para comprar um livro de menos de R$ 100 para a faculdade, afirma ter orgulho da própria trajetória.
"Acho que a gente trabalhando a gente vence. E é o que quero deixar para os meus filhos, que você só vence com luta. Sempre falo para eles que a mãe não pode deixar nada para eles, só o conhecimento, o estudo. Isso ninguém pode roubar deles. Não quero que eles passem o que eu passei. Estudo é a única herança que consigo deixar para eles, nem se alguém puser uma arma na cabeça deles consegue roubar isso", conclui.
Fonte: G1

VALORIZA DOUTOR - QUANDO A ESMOLA É DEMAIS, O SANTO DESCONFIA

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Vovó já dizia: meu netinho, quando a esmola é demais, o santo desconfia".

Foi assim que um nobre advogado da minha querida Campinas se sentiu quando recebeu a magnífica, a polpuda proposta de tirar foto de todas as folhas de um processo de 3 volumes por 60 reais!



Já imaginou mano, você vai perder umas par de horas pra tirar pelo menos 600 fotos e enviar para o cara e ganhar 60 reais?

Tentador né?

O advogado achou tão boa a proposta que até recusou, sabe como é né? Dá medo que seja algo errado, afinal, 60 reais é muito dinheiro!!



terça-feira, março 08, 2016

ASTOLFO DIDO, O ADVOGADO DA DEPRESSÃO - DESABAFO DA SEMANA

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Amigos depressivos da universalidade advocatícia, “oh nóis aqui traveiz”!

Esse final de semana formei mais gente! Formei minha irmã, também em direito... coitada! 

Mas não me escuta... tsc tsc tsc

Olha, mas a semana foi cheia, viu.

Há uns meses eu atendi uma senhora que quer se aposentar. Quer né! Querer eu também quero.

Analisando os documentos dela não há nada que possa ser feito, mas ela quer achar uma roça, um lote, um quintal, qualquer coisa que ela possa fazer uma horinha e dizer que tem lá seus mil anos de trabalho rural.

Rapaz... já não é fácil a vida, aí a velha vem e me acelera dizendo que o advogado da irmã dela conseguiu aposentar a mulher em um mês.

Ou, de verdade? Vontade de mandar catar coquinho.

Me aluga a tarde toda pra contar a história da vida, acha que eu sou obrigado a fazer milagre, sai contratando trinta advogados ao mesmo tempo e quer me acelerar? Aqui não.

Tá certo que eu sou um tanto quanto inexperiente ainda, que tô tentando buscar meu lugar na advocacia, mas é cada coisa que a gente passa... cada disparate, mano.

Ah, e semana passada eu calculei errado e faltou R$ 100,00 pra pagar minha fatura. Só pra vocês saberem. Mas acho que a próxima vai dar pra pagar sim.

É, ínclitos colegas, essa semana foi mais pra desabafar mesmo. E o cômico é que é tudo a mais pura verdade. Mas assim eu vou tentando. Um dia eu ainda me dou bem, eu acho.


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