O NED anda combatendo duramente os escritórios que oferecem diligência por 25 ou 30 reais.
Mas e o que podemos falar disso aqui ó:
Só lamento…
E aí, bora prestar um concurso?
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Cadastre seu e-mailO NED anda combatendo duramente os escritórios que oferecem diligência por 25 ou 30 reais.
Mas e o que podemos falar disso aqui ó:
Só lamento…
E aí, bora prestar um concurso?
Eu olhei mil vezes para esse concurso e resolvi não fazê-lo, pois não confio muito em concursos municipais (lembrando que o último que eu fiz acabei passando e o concurso foi suspenso sem nunca mais termos notícias dele).
Semana passada vi a chamada do site da Folha de São Paulo: Concurso pergunta ‘quem é o rei do camarote’ e revolta candidatos. Cliquei para ver do que se tratava e lá estava ele, o Concurso para a Câmara Municipal de Jundiaí (SP).
No bloco ‘Conhecimentos Gerais’, especificamente nas questões de Atualidades, o edital trazia o seguinte conteúdo: “Conhecimentos marcantes do cenário cultural, político, científico, econômico e social no Brasil e no mundo. Princípios da organização social, cultural, saúde, meio ambiente, política e economia brasileira. Análise dos principais conflitos nacionais e mundiais. Assuntos de interesse geral – nacional ou internacional – amplamente veiculados nos últimos dois anos, pela imprensa falada ou escrita de circulação nacional ou local – rádio, televisão, jornais, revistas e/ou internet”.
Surpreendentemente a prova traz três enunciados de super relevantes valor cultural, político, científico, econômico e social no Brasil e no mundo. Perguntas de acontecimentos que serviram de base para os princípios da organização social, cultural, da saúde, meio ambiente, política e economia brasileira.
Uma delas era qual o nome do ‘rei do camarote’. Claro, minha gente! Isso é de extremo interesse geral – nacional E internacional – e sim, foi amplamente veiculado nos últimos dois anos pela imprensa falada ou escrita.
A outra pergunta foi de qual time eram os dezessete torcedores que foram presos em Santa Catarina após uma briga em um estádio no fim de 2013. Mais uma vez insisto: mais um interesse de assunto geral.
Finalmente, a terceira pergunta avaliava se o candidato sabia qual parte dos Alpes o ex-campeão de Fórmula 1 Michael Schumacher havia se acidentado enquanto esquiava. Não tenho sequer palavras para expressar a extrema relevância disso nos princípios da organização social, cultural, blábláblá...
Pois é, minha gente. O mundo realmente está perdido. Foi-se o tempo que precisávamos estudar a respeito de revoluções, movimentos políticos, economia brasileira, etc. para responder as questões de atualidades. Agora basta assistir o Jornal Nacional.
Fico em dúvida se as organizadoras de concurso estão cada vez piores, ou se estão só subestimam a inteligência e capacidade dos candidatos.
Mas vou deixar uma dica: se você conseguiu responder essas perguntas, é melhor desligar a televisão, parar de acessar os sites de fofoca e ir estudar!
A prova do concurso do Banco do Brasil do último domingo (9) incluiu nas questões sobre “domínio produtivo da informática” um item no mínimo curioso. Após uma breve introdução sobre o que é o Facebook, o candidato tinha de responder qual era a ordem dos três botões utilizados para interagir com os usuários (curtir, comentar e compartilhar era a resposta, para quem pensou duas vezes).
Vale a ressalva que, sim, o assunto “conhecimentos gerais sobre redes sociais” estava previsto pelo edital do concurso. Pelas redes sociais, contudo, diversos internautas questionaram a validade da pergunta para selecionar os candidatos a um emprego no banco público. O usuário Flávio Fachel escreveu no Twitter: “Para ser escriturário do Banco do Brasil é preciso usar o Facebook durante o expediente?”.
Há quase dois anos, o Banco do Brasil informou uma mudança no estilo das provas, que passariam a cobrar novos conteúdos e trariam outras abordagens a temas já conhecidos. O objetivo era filtrar melhor os novos empregados do banco.
Para o banco, a questão sobre Facebook do último concurso em nada foge a essa estratégia. “Trata-se de tema da atualidade e há rico material sobre o assunto disponível em livros, artigos, filmes, internet e outras fontes de informação”, informou, em nota, o banco. Além disso, o Banco do Brasil disse que a partir das redes sociais é possível reunir “subsídios para desenvolver novos produtos e serviços que atendam as necessidades dos nossos clientes e a realização de novos negócios.”
Por fim, o banco conclui afirmando que “o edital do BB busca uma atualização constante em seus conteúdo.”A Fundação Cesgranrio, que preparou a prova, não vai se pronunciar sobre o assunto.
O concurso vai selecionar escriturário para oito Estados mais o Distrito Federal. Foram recebidas mais de 636 mil inscrições. O salário oferecido é de R$ 2.043,36, para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais.
Veja a íntegra da nota enviada pelo banco:
“O tema – Conhecimentos gerais sobre redes sociais (twitter, facebook, linkedin) faz parte do conteúdo programático publicado no Anexo III do Edital de abertura da Seleção Externa 2013/002. Trata-se de tema da atualidade e há rico material sobre o assunto disponível em livros, artigos, filmes, internet e outras fontes de informação.
As Redes Sociais são uma importante fonte de informações por meio das quais é possível acompanhar a opinião pública, de clientes, fornecedores, concorrentes e colaboradores. Por meio das percepções observadas nessas redes, o Banco reúne subsídios para desenvolver novos produtos e serviços que atendam as necessidades dos nossos clientes e a realização de novos negócios. O conhecimento sobre funcionalidades do Facebook denota familiaridade do candidato com o uso de redes sociais.
O edital do BB busca uma atualização constante em seus conteúdos de forma a avaliar candidatos que melhor se adequem às necessidades de trabalho, às exigências da sociedade e aos desafios do mercado financeiro.”
Fonte: Estadão
Nome: Marcio Alves da Silva Junior
Cargo concursado que ocupa: Escrevente Técnico Judiciário do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo)
Por que escolheu a carreira? Escolhi a carreira porque aspiro estar sempre trabalhando para o Estado, aspiro cargos mais elevados e acho que ser escrevente é uma ótima maneira de iniciar uma carreira pública. Faço Direito e achei uma ótima oportunidade para já conhecer o interior da justiça paulista, o que será muito benéfico para meu futuro. Trabalhar no TJ como escrevente é uma oportunidade única de aprendizado.
Que ano passou no concurso? O concurso fora realizado no final de 2012 e tomei posse em outubro de 2013.
Como organizava seu tempo de estudo? Para os outros que fiz (caixa econômica e SPPREV, por exemplo), sempre dedicava umas 2h por dia, ou, quando não dava, reservava o fim de semana. Meu estudo para o concurso do TJ foi um intensivão de 2 mil exercícios nas duas semanas que antecederam a prova.
O que mais gosta na instituição? Não posso falar o que acho do TJ como um todo, mas posso falar do meu Foro, o Regional XV do Butantã. Nele, qualquer estereótipo de funcionalismo público é quebrado ao pisar no prédio. Ele é moderno, possui pessoas ótimas e sempre dispostas a ajudar qualquer que seja a pessoa que frequente o ambiente; é, assim, um dos foros mais eficientes de São Paulo, e modelo a ser seguido. Quase tudo é digital, o que garante celeridade e eficiência processual.
O que gostaria de mudar na instituição? Embora seja bom, o SAJ, sistema utilizado pelo Tribunal para o processamento dos processos deve ser melhorado. Ele sempre é atualizado, porém dá leves problemas,que podem ser contornados, mas que, se não existissem, ajudaria muito.
Qual seu objetivo profissional? Tornar-me um magistrado.
Onde se formou, em que ano? Ainda curso a faculdade de Direito da PUC-SP.
“Leitura e repetição, com a devida constância, podem ser a chave para o sucesso”, diz assistente jurídico.
Fonte: Última Instância
Outro assunto dos últimos dias é o Big Brother. Nobre colega, se você não gosta do programa não precisa contar isso para todo mundo no Facebook. Se quer mesmo parecer cult comece a decorar a Constituição Federal e um ou outro poema de Fernando Pessoa.
Fico inconformada de ver a galera rasgando o verbo, dando audiência e no dia seguinte postando frases como: "estudei a noite inteira!", "aprovação-vem-ni-mim", "2014 é o meu ano".
Sério, gente? Como faz? Tô precisando aprender a estudar, ter tempo para comentar a novela, o Big Brother, criticar o rolêzinho e tirar foto com o namorado no churrasco da turma. A galera tem se superado!!!!
Mas eu não estou aqui para falar sobre isso. Tô aqui pra falar que realmente 2014 é o nosso ano! Copa, eleições e concursos, muitos concursos!!! A Polícia Civil está com diversos cargos com edital aberto e alguns que inclusive já encerraram as inscrições (a Vunesp vai organizar todos estes concursos), vem por aí Polícia Federal, Caixa Federal, Secretária da Fazenda e muito mais.
Pode até parecer óbvio, mas algumas pessoas não tem esse start. Como todos sabemos, estou estudando para delegado há muito tempo. Não dá para esperar abrir o edital! Quando fiz minha inscrição, comecei a pensar em quanto tempo eu já estava estudando e quanta coisa ainda faltava pra ver, quantos quilos faltava pra perder, quanta resistência faltava pra ganhar, e parece que não vai dar tempo!
Não acreditem que estou contando que vá passar na prova objetiva e por isso estou me preocupando com a prova física, mas e se eu passo? Hahahaha!
Então #ficadica pra você que quer um cargo público e, por mais que ainda não sabe que carreira quer seguir, comece a estudar ONTEM! E você me pergunta: mas vou estudar que caráleos, colega? Estude TUDO, oras. Administrativo e Constitucional nunca é perdido. Está lá em todos os concursos. Se você se identifica mais com a área trabalhista, associe o Direito do Trabalho à estes dois coringas; se identifica-se com a área criminal, estude Direito Penal, e por aí vai...
Como já conversamos nunca procure um concurso pela remuneração ou pela quantidade de vagas: busque sempre aquilo com o que se identifica!
E é isso ai, pessoal! Até semana que vem.
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